Kepler 22-b

O planeta Kepler 22-b foi descoberto por cientistas da NASA. Fica fora do sistema solar, a 600 anos-luz da Terra e é habitável.

Sabe-se que tem uma temperatura de 22 graus e 2,4 vezes a dimensão do planeta Terra.

"Estamos certos de que fica na zona habitável e que tem a superfície necessária para ter uma boa temperatura", adiantou fonte da NASA.



O "Catálogo de Exoplanetas Habitáveis" (Habitable Exoplanets Catalog, HEC) é uma base de dados focada nas descobertas de exoplanetas que potencialmente podem albergar vida. Destinada a cientistas, professores e público em geral, o HEC é um projecto do Laboratório de Habitabilidade Planetária (Planetary Habitability Laboratory, PHL), da Universidade de Porto Rico, em Arecibo.

Após quase 20 anos da detecção dos primeiros exoplanetas, ou planetas extra-solares, os cientistas estão agora a começar a identificar quais destes podem ser habitáveis. Mais de 700 exoplanetas já foram detectados e confirmados. O mais recente foi confirmado pela NASA, no sistema planetário Kepler 22.

O catálogo utiliza avaliações como o "Earth Similarity Index" (Índice de Similitude com a Terra), o "Habitable Zones Distance" (HZD) e o "Global Primary Habitability" (GPH). Usa também dados de outras bases como a "Enciclopédia de Planetas Extrasolares", o "Exoplanet Data Explorer", ou "NASA Kepler Mission".

O Kepler 22b, não foi classificado pelo catálogo como ‘habitável’, pelo menos na primeira análise. O planeta encontra-se na ‘zona habitável’, mas é muito grande e para já foi classificado como "Warm Neptunian”. Ainda assim, nas análises mais recentes, não se põe de parte o seu potencial, considerando que o planeta poderá vir a ser classificado como "Warm Superterran”, sendo assim habitável.

Kepler 22-b

Até agora apenas dois exoplanetas correspondem aos critérios de habitabilidade do catálogo: o Gliese 581d e HD 85512b. Identifica, contudo mais 15 planetas e 30 luas como potenciais candidatos a habitáveis.

A Batalha de Los Angeles - OVNI Atacado pelo Exército Americano


25 de Fevereiro de 1942


Na noite de 25 de Fevereiro de 1942, os americanos em Los Angeles, Califórnia, viveram uma noite de pânico.

Milhares de moradores da região acordaram com as sirenes ou com os disparos do Grupo de Defesa Aérea. Calcula-se que em toda a região havia aproximadamente 12 mil residências onde os moradores, apavorados, testemunharam o impressionante episódio. No dia seguinte moradores, militares e governantes estavam assustados. Depois de milhares de disparos direto contra o alvo localizado, nada foi abatido. Vários automóveis e residências danificados por estilhaços dos disparos. Três pessoas morreram atingidas por estes estilhaços e outras três morreram por ataques cardíacos.

A chamada Batalha de Los Angeles começou na noite de 24 de fevereiro quando várias pessoas identificaram estranhos objetos luminosos nos céus. Algumas pessoas entraram em contato com a Brigada de Artilharia Costeira, responsável pela defesa aérea na região. Os objetos foram captados por radares e acompanhados detidamente pelos militares. Estes objetos adotaram uma formação em V, padrão utilizado por aeronaves militares. Em função disso, por volta das 2h25m foram acionadas as sirenas de alerta para ataques aéreos. Foi ordenado um apagão em toda a região e os holofotes foram ligados. Pilotos de combate foram posicionados para descolarem quando fosse necessário.

Às 3h16m, a 37º Brigada de Artilharia Costeira identificou os OVNIs e começou a disparar contra eles, utilizando dezenas de baterias antiaéreas. Foram efetuados 1440 disparos até por volta das 4h14 m. Os objetos deslocaram-se da região de Santa Monica para Long Beach, percorrendo todo o trajeto em 20 minutos. O apagão e o alerta somente foram retirados às 7h21m.

No dia 26, os jornais de todo o país estamparam a notícia do alarme ocorrido em Los Angeles e publicaram numerosos depoimentos de testemunhas, inclusive de repórteres locais que testemunharam todo o episódio. Bil Henry, do Los Angeles Times declarou: "Eu estava muito longe do local, sem poder identificá-lo. Eu aposto que havia numerosos disparos sobre o objeto". Peter Jenkins, do Los Angeles Herald Examiner, declarou: "Eu podia ver claramente a formação em V, de cerca de 25 aeronaves prateadas movendo-se lentamente sobre Long Beach".

Batalha de Los Angeles


O caso é tão polêmico que virou filme, com fato elevados à 10ª potência. Invasão do Mundo: A Batalha de Los Angeles estreia em março de 2011.

Segundo o governo americano o ataque teria sido realizado a partir de um submarino japonês que no dia 23 teria atacado ao norte de Los Angeles. O Japão tinha uma nova classe de submarinos capazes de transportar entre um e três hidroaviões de ataque. O primeiro deles começou a operar em 21 de Novembro de 1941 e transportava apenas uma única aeronave, modelo Yokosuka E14Y. No ataque do dia 23, apenas um único submarino foi detetado, não havendo quaisquer indícios de outros submarinos na área, e os inúmeros depoimentos de testemunhas que relataram a presença de vários objetos, podemos, podemos excluir um possível ataque japonês. Além disso temos o fato que após intenso fogo antiaéreo nada foi abatido, mesmo tendo sido visualmente atingido pelos disparos.

Uma segunda hipótese bastante difundida é referente aos balões Fugos engenhosamente utilizado pelos japoneses em ataques a grandes distâncias. Este tipo de balão transportava uma carga explosiva combinando minas, hidrogênio e dispositivos incendiários. Eles utilizavam uma corrente de ar, em altas altitudes que os transportavam para leste. Vários destes balões caíram em território americano, mas os danos causados foram mínimos. Aqui também podemos nos questionar sobre a ausência de destroços do alegado balão.

No dia seguinte, o Secretário de Guerra, Stimson declarou que haviam 15 aeronaves não identificadas envolvidas, deslocando-se a 300 km por hora, mas que nenhuma delas foi abatida. Ele afirmou que seu objetivo era impor o medo e baixar a moral do povo americano. Como os mares eram constantemente vigiados tanto por navios de guerra quanto por aeronaves, a possibilidade de tratar-se de um ataque a partir de Porta-Aviões estaria descartada. Especulou-se então que os japoneses teriam embarcado aviões no submarino observado em Santa Barbara, que teriam decolado e realizado sobrevoos em Los Angeles provocando todo o alerta. Se levarmos em conta os fatos chegamos à conclusão de que esta explicação é infundada. Primeiro vamos avaliar a possibilidade de cada uma das diferentes versões levantadas pelas autoridades militares americanas à época do fato.

O que permanece é o grande mistério sobre a origem do insólito objeto. Não era avião japonês e não era balão. Na famosa fotografia obtida na ocasião observa-se um objeto em forma de disco iluminado pelos holofotes. Tal objeto foi intensamente alvejado e saiu absolutamente ileso. Os governantes ficaram impressionados gerando o embrião do que mais tarde viria a ser conhecido como política de acobertamento.

“Era tão grande! Era simplesmente enorme! E estava praticamente sobre a minha casa. Nunca vi nada assim na minha vida! Disse, “Estava ali a pairar no céu e praticamente não se movia”

“Era de um encantador laranja pálido e a coisa mais bonita que poderá ver. Pude ver perfeitamente porque estava mesmo muito perto. Era enorme!”

“Foi como o 4 de Julho mas muito mais ruidoso. Eles dispararam como loucos mas nem lhe tocaram”.

“Nunca esquecerei como foi uma magnífica visão. Simplesmente maravilhoso. E que cor linda!”

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