Detetados objetos na órbita solar

Detalhes do gigantesco objeto em 3:14 do vídeo. Vale a pena dá um pause.

Resumo das atividades de objetos em torno do Sol em 19/07/2012. Imagens captadas pelo satélite Stereo Behind na frequência ultra-violeta EUVI 195A°, portanto fora do nosso espectro visual (luz visível) que vai de 4000 a 8000 Aº.

Bob Dean: A Chegada de Nibiru - Entrevista ao Project Camelot

Os Discos Voadores de Hitler

RFZ 1
Ano: 1934
Fabrico: Alemão (fábrica de aviões Arado em Brandenburgo)
Função: Reconhecimento
Número de Testes de vôo efetuados: 1 (despenhou-se durante o ensaio)
Unidades Construídas: ??
Outras Caraterísticas: Prestações muito inferiores aos Discos Haunebu e Vril

RFZ 2
Ano: 1934
Fabrico: Alemão
Função: Reconhecimento
Diâmetro: 5m
Propulsão: Propulsão por levitação Schumann / Pilotagem por impulsão de campo magnético
Velocidade Máxima: 2.900 a 12.000 km/h
Velocidade de Descolagem Vertical: 48 km/h
Altitude: 24.200m
Outras Caraterísticas: Não podia efetuar mudanças de direção a não ser de 90°, 45° ou 22,5°. Segundo a força de propulsão, ele ficava vermelho, laranja, amarelo, verde, branco, azul ou violeta. Prestações muito inferiores aos Discos Haunebu e Vril

RFZ 7
Ano: 1939
Fabrico: Alemão
Função: Reconhecimento
Diâmetro: 42m
Propulsão: Combinava um disco voador por levitação com propulsão por reatores convencionais
Velocidade Máxima: 2.900 a 12.000 km/h
Velocidade de Descolagem Vertical: 48 km/h
Altitude: 24.200m
Número de Testes de vôo efetuados: ??
Unidades Construídas: ??
Outras Caraterísticas: Havia planos para ser equipado com ogivas nucleares para bombardear Nova Iorque. Prestações muito inferiores aos Discos Haunebu e Vril

Haunebu I
Fabrico: Alemão
Diâmetro: 25m
Velocidade: Velocidade de partida era de 4.800 km/h podendo atingir até 17.000 km/h
Armamento: 2 “canhões de raios fortes” (KSK) de 60mm, montados sobre pequenas torres rotativas
Número de Testes de vôo efetuados: >50
Unidades Construídas: 2

Haunebu II
Ano: 1942
Fabrico: Alemão
Diâmetro: 26 a 32m
Altura: 9 a 11m
Capacidade de transporte: 9 a 20 pessoas
Propulsão: Taquiador Thule
Velocidade Máxima: 6.000 km/h na períferia terrestre
Autonomia: 55 Horas de Vôo
Número de Testes de vôo efetuados: >100
Unidades Construídas: 7

Haunebu III
Ano:
Fabrico: Alemão
Diâmetro: 71m
Capacidade de transporte: Até 32 Pessoas
Armamento: canhões laser (provavelmente o KSK, canhão de raios fortes) que poderiam atravessar uma blindagem de 10 cm de espessura.
Velocidade Máxima: aproximadamente 7.000 km/h (segundo arquivos secretos das SS podia atingir 40.000 km/h).
Número de Testes de vôo efetuados: >19

Andrômeda
Fabrico: Alemão
Comprimento: 139m
Altura: 9 a 11m
Capacidade de transporte: 1 Haunebu II, 2 Vril 1 e 2 Vril 2
Número de Testes de vôo efetuados: ??
Unidades Construídas: ??
Outras Caraterísticas: Havia o objetivo de viajar até ao Sistema Solar Aldebaran, situado na constelação de Touro, via um canal dimensional. Mas aparentemente sem sucesso.

Vril 1
Ano: 1942
Fabrico: Alemão
Função: Caça
Diâmetro: 11,5m
Propulsão: Propulsão por levitação Schumann / Pilotagem por impulsão de campo magnético
Velocidade Máxima: 2.900 a 12.000 km/h
Velocidade de Descolagem Vertical: 48 km/h
Altitude: 24.200m
Número de Testes de vôo efetuados: ??
Unidades Construídas: 17
Outras Caraterísticas: podia realizar em plena velocidade mudanças de vôo em ângulo reto sem prejuízo para o piloto, não estava submisso às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto para voar no espaço.

Vril 7 "Odin"
Ano: 1944
Fabrico: Alemão
Função: Caça
Diâmetro: 11,5m
Propulsão: 12 Turbopropulsores BMW 028
Velocidade Máxima: 2.200 km/h
Velocidade de Descolagem Vertical: 48 km/h
Altitude: 24.200m
Número de Testes de vôo efetuados: >84
Unidades Construídas: 17

Haunebu II

Vril 1

Andrómeda

Vril 7


Kepler 22-b

O planeta Kepler 22-b foi descoberto por cientistas da NASA. Fica fora do sistema solar, a 600 anos-luz da Terra e é habitável.

Sabe-se que tem uma temperatura de 22 graus e 2,4 vezes a dimensão do planeta Terra.

"Estamos certos de que fica na zona habitável e que tem a superfície necessária para ter uma boa temperatura", adiantou fonte da NASA.



O "Catálogo de Exoplanetas Habitáveis" (Habitable Exoplanets Catalog, HEC) é uma base de dados focada nas descobertas de exoplanetas que potencialmente podem albergar vida. Destinada a cientistas, professores e público em geral, o HEC é um projecto do Laboratório de Habitabilidade Planetária (Planetary Habitability Laboratory, PHL), da Universidade de Porto Rico, em Arecibo.

Após quase 20 anos da detecção dos primeiros exoplanetas, ou planetas extra-solares, os cientistas estão agora a começar a identificar quais destes podem ser habitáveis. Mais de 700 exoplanetas já foram detectados e confirmados. O mais recente foi confirmado pela NASA, no sistema planetário Kepler 22.

O catálogo utiliza avaliações como o "Earth Similarity Index" (Índice de Similitude com a Terra), o "Habitable Zones Distance" (HZD) e o "Global Primary Habitability" (GPH). Usa também dados de outras bases como a "Enciclopédia de Planetas Extrasolares", o "Exoplanet Data Explorer", ou "NASA Kepler Mission".

O Kepler 22b, não foi classificado pelo catálogo como ‘habitável’, pelo menos na primeira análise. O planeta encontra-se na ‘zona habitável’, mas é muito grande e para já foi classificado como "Warm Neptunian”. Ainda assim, nas análises mais recentes, não se põe de parte o seu potencial, considerando que o planeta poderá vir a ser classificado como "Warm Superterran”, sendo assim habitável.

Kepler 22-b

Até agora apenas dois exoplanetas correspondem aos critérios de habitabilidade do catálogo: o Gliese 581d e HD 85512b. Identifica, contudo mais 15 planetas e 30 luas como potenciais candidatos a habitáveis.

A Batalha de Los Angeles - OVNI Atacado pelo Exército Americano


25 de Fevereiro de 1942


Na noite de 25 de Fevereiro de 1942, os americanos em Los Angeles, Califórnia, viveram uma noite de pânico.

Milhares de moradores da região acordaram com as sirenes ou com os disparos do Grupo de Defesa Aérea. Calcula-se que em toda a região havia aproximadamente 12 mil residências onde os moradores, apavorados, testemunharam o impressionante episódio. No dia seguinte moradores, militares e governantes estavam assustados. Depois de milhares de disparos direto contra o alvo localizado, nada foi abatido. Vários automóveis e residências danificados por estilhaços dos disparos. Três pessoas morreram atingidas por estes estilhaços e outras três morreram por ataques cardíacos.

A chamada Batalha de Los Angeles começou na noite de 24 de fevereiro quando várias pessoas identificaram estranhos objetos luminosos nos céus. Algumas pessoas entraram em contato com a Brigada de Artilharia Costeira, responsável pela defesa aérea na região. Os objetos foram captados por radares e acompanhados detidamente pelos militares. Estes objetos adotaram uma formação em V, padrão utilizado por aeronaves militares. Em função disso, por volta das 2h25m foram acionadas as sirenas de alerta para ataques aéreos. Foi ordenado um apagão em toda a região e os holofotes foram ligados. Pilotos de combate foram posicionados para descolarem quando fosse necessário.

Às 3h16m, a 37º Brigada de Artilharia Costeira identificou os OVNIs e começou a disparar contra eles, utilizando dezenas de baterias antiaéreas. Foram efetuados 1440 disparos até por volta das 4h14 m. Os objetos deslocaram-se da região de Santa Monica para Long Beach, percorrendo todo o trajeto em 20 minutos. O apagão e o alerta somente foram retirados às 7h21m.

No dia 26, os jornais de todo o país estamparam a notícia do alarme ocorrido em Los Angeles e publicaram numerosos depoimentos de testemunhas, inclusive de repórteres locais que testemunharam todo o episódio. Bil Henry, do Los Angeles Times declarou: "Eu estava muito longe do local, sem poder identificá-lo. Eu aposto que havia numerosos disparos sobre o objeto". Peter Jenkins, do Los Angeles Herald Examiner, declarou: "Eu podia ver claramente a formação em V, de cerca de 25 aeronaves prateadas movendo-se lentamente sobre Long Beach".

Batalha de Los Angeles


O caso é tão polêmico que virou filme, com fato elevados à 10ª potência. Invasão do Mundo: A Batalha de Los Angeles estreia em março de 2011.

Segundo o governo americano o ataque teria sido realizado a partir de um submarino japonês que no dia 23 teria atacado ao norte de Los Angeles. O Japão tinha uma nova classe de submarinos capazes de transportar entre um e três hidroaviões de ataque. O primeiro deles começou a operar em 21 de Novembro de 1941 e transportava apenas uma única aeronave, modelo Yokosuka E14Y. No ataque do dia 23, apenas um único submarino foi detetado, não havendo quaisquer indícios de outros submarinos na área, e os inúmeros depoimentos de testemunhas que relataram a presença de vários objetos, podemos, podemos excluir um possível ataque japonês. Além disso temos o fato que após intenso fogo antiaéreo nada foi abatido, mesmo tendo sido visualmente atingido pelos disparos.

Uma segunda hipótese bastante difundida é referente aos balões Fugos engenhosamente utilizado pelos japoneses em ataques a grandes distâncias. Este tipo de balão transportava uma carga explosiva combinando minas, hidrogênio e dispositivos incendiários. Eles utilizavam uma corrente de ar, em altas altitudes que os transportavam para leste. Vários destes balões caíram em território americano, mas os danos causados foram mínimos. Aqui também podemos nos questionar sobre a ausência de destroços do alegado balão.

No dia seguinte, o Secretário de Guerra, Stimson declarou que haviam 15 aeronaves não identificadas envolvidas, deslocando-se a 300 km por hora, mas que nenhuma delas foi abatida. Ele afirmou que seu objetivo era impor o medo e baixar a moral do povo americano. Como os mares eram constantemente vigiados tanto por navios de guerra quanto por aeronaves, a possibilidade de tratar-se de um ataque a partir de Porta-Aviões estaria descartada. Especulou-se então que os japoneses teriam embarcado aviões no submarino observado em Santa Barbara, que teriam decolado e realizado sobrevoos em Los Angeles provocando todo o alerta. Se levarmos em conta os fatos chegamos à conclusão de que esta explicação é infundada. Primeiro vamos avaliar a possibilidade de cada uma das diferentes versões levantadas pelas autoridades militares americanas à época do fato.

O que permanece é o grande mistério sobre a origem do insólito objeto. Não era avião japonês e não era balão. Na famosa fotografia obtida na ocasião observa-se um objeto em forma de disco iluminado pelos holofotes. Tal objeto foi intensamente alvejado e saiu absolutamente ileso. Os governantes ficaram impressionados gerando o embrião do que mais tarde viria a ser conhecido como política de acobertamento.

“Era tão grande! Era simplesmente enorme! E estava praticamente sobre a minha casa. Nunca vi nada assim na minha vida! Disse, “Estava ali a pairar no céu e praticamente não se movia”

“Era de um encantador laranja pálido e a coisa mais bonita que poderá ver. Pude ver perfeitamente porque estava mesmo muito perto. Era enorme!”

“Foi como o 4 de Julho mas muito mais ruidoso. Eles dispararam como loucos mas nem lhe tocaram”.

“Nunca esquecerei como foi uma magnífica visão. Simplesmente maravilhoso. E que cor linda!”

Cientistas da NASSA advertem sobre possível Invasão de Extraterrestres

Cientistas da NASSA advertem sobre possível Invasão de Extraterrestres


"Campanha" para a farsa da "invasão alienígena" começa!

Os Misterios Da Area 51

Os Misterios Da Area 51 - Parte 1/5

Os Misterios Da Area 51 - Parte 2/5

Os Misterios Da Area 51 - Parte 3/5

Os Misterios Da Area 51 - Parte 4/5

Os Misterios Da Area 51 - Parte 5/5

Seremos todos marcianos?

Segundo muitos cientistas planetários, é concebível que toda a vida na Terra descenda de organismos que se originaram em Marte e foram trazidos aqui para a Terra a bordo de meteoritos.
Se isso for verdade, um instrumento que está sendo desenvolvido por pesquisadores do MIT e da Universidade de Harvard poderia fornecer as provas.

Se somos descendentes de Marte, então pode haver lições importantes a serem aprendidas lá sobre a nossa própria origem biológica, por meio do estudo da bioquímica do nosso planeta vizinho - os traços biológicos que se apagaram há muito tempo aqui na Terra podem ter sido preservados nas profundezas congeladas de Marte.

O dispositivo que os pesquisadores estão a projetar, recolheria amostras do solo marciano e isolaria quaisquer micróbios vivos que possam estar presentes, ou mesmo restos microbianos, que podem ser preservados por até um milhão de anos e ainda conterem DNA viável.
Em seguida, o material genético seria separado para que técnicas bioquímicas padrão pudessem ser utilizadas para analisar suas sequências genéticas.

"É um tiro no escuro", admite Carr, "mas se formos para Marte e encontrarmos vida lá aparentada a nós, então poderíamos ter nos originado em Marte. Ou, se a vida começou aqui, ela poderia ter sido transferida para Marte." Em qualquer dos casos, "seríamos aparentados da vida em Marte. Assim, devemos pelo menos procurar vida em Marte que seja semelhante à nossa."

DNA

Genomas Extraterrestres

A fim de detectar sinais de vida passada ou presente em Marte - se é que é de fato verdade que nós somos parentes - uma estratégia promissora seria procurar por DNA ou RNA - mais especificamente, pelas sequências particulares destas moléculas que são quase universais em todas as formas de vida terrestre.

Essa é a estratégia que está sendo adotada por Christopher Carr, Clarissa Lui, Maria Zuber e Ruvkun Gary, este último um biólogo molecular que concebeu o instrumento e montou a equipe inicial para fabricá-lo.

O conceito foi batizado de Busca por Genomas Extra-Terrestres - SETG, na sigla em inglês (Search for Extra-Terrestrial Genomes).
A ideia é baseada em vários fatos que já estão bem estabelecidos.
Em primeiro lugar, nos primórdios do Sistema Solar, o clima de Marte e da Terra eram muito mais semelhantes do que agora - assim, a vida que tomou conta de um planeta poderia provavelmente ter sobrevivido no outro.
Em segundo lugar, cerca de um bilhão de toneladas de rocha já teria viajado de Marte para a Terra, arrancadas por impactos de asteróides e, em seguida, viajado através do espaço interplanetário antes de se chocar com a superfície da Terra.
Terceiro, os micróbios têm-se mostrado capazes de sobreviver ao choque de tais impactos, e há alguns indícios de que eles também poderiam sobreviver por milhares de anos de trânsito pelo espaço antes de chegar a um outro planeta.

Assim, os vários passos necessários para que a vida comece em um planeta e se espalhe para outros são todos plausíveis.

Além disso, a dinâmica orbital mostra que é aproximadamente 100 vezes mais fácil para as rochas de Marte viajarem para a Terra do que o contrário.
Então, se a vida começou lá, os micróbios podem ter sido trazidos para cá e podemos ser todos seus descendentes.

Procurando vida em Marte

Embora a superfície de Marte hoje seja muito fria e seca para suportar as formas de vida conhecidas, há indícios de que a água em estado líquido possa existir não muito abaixo da superfície. "Em Marte hoje, o melhor lugar para procurar vida é no subsolo", diz Carr.
Assim, a equipe está desenvolvendo um equipamento que poderia capturar uma amostra do subsolo marciano, usando um robô com uma longa perfuratriz, e processá-la para separar quaisquer organismos, amplificar seu DNA ou RNA usando as mesmas técnicas usadas para testes de DNA forense na Terra, e então usar marcadores bioquímicos para procurar sinais de sequências genéticas específicas que são quase universais entre todas as formas de vida conhecidas.
Os pesquisadores estimam que pode levar mais dois anos para completar o projeto e testar um protótipo do SETG. O dispositivo proposto ainda não foi selecionado para qualquer missão a Marte que esteja sendo planejada.

Infecção Extraterrestre

Nenhum instrumento foi enviado a Marte especificamente para procurar sinais de vida desde as sondas gêmeas Viking, em 1976, que produziu resultados interessantes, mas ambíguos.
Um instrumento a bordo do MSL (Mars Science Laboratory), que será lançado ainda este ano, vai investigar a química relevante para a vida.

Já o instrumento agora proposto é dirigido diretamente para a biologia molecular parecida com a existente na Terra.

Christopher McKay, um astrobiólogo do Centro de Pesquisas Ames da NASA, acrescenta que há outro motivo importante testar esta hipótese: micróbios marcianos com uma estrutura similar à da vida na Terra podem ser mais perigosos para os astronautas do que um organismo totalmente estranho e diferente.

Além disso, a técnica poderia detectar qualquer contaminação biológica em Marte, levada para lá pelas sondas enviadas pelos humanos terrestres.


Papa Bento XVI: Homem não é produto casual da evolução

Papa diz que é errado pensar-se que "num pequeno espaço no cosmos desenvolveram-se casualmente espécies de seres vivos", em particular o Homem.

Bento XVI
"Se o Homem fosse somente um produto casual da evolução num determinada margem do universo, então a sua vida não faria sentido ou seria até um incómodo da natureza. A razão [para a criação do Homem] está no começo: é uma razão divina", afirmou Bento XVI, que presidiu à vigília pascal na basílica de São Pedro, no Vaticano.

O Papa realçou ainda que Deus é o criador, o que pode "garantir vida eterna" e assegurou também que "no começo de todas as coisas está o amor e a liberdade".

A Igreja, acrescentou, não é uma associação que se ocupe das "necessidades religiosas dos homens, antes



Fontes:
Económico

2012 - Verdade ou Mito?

2012
Muito se começa a especular sobre 2012. Mas ao contrário de outras crenças e previsões na história, esta foi-nos deixada por várias civilizações do nosso passado, e por vários Profetas e Mediuns. Todos eles chegam a uma data final para esta Era em que vivemos: 21-12-2012. Qual a verdade disto? Penso que é unânime afirmar que é uma coincidência muito para além do que é normal num ser humano.

Um estudo sobre todas estas revelações e escritos deixados ao longo dos milénios, pode-se concluir que o Apocalipse 2012 se resume a 7 situações distintas que se convergem num único momento da nossa história.

  • Aumento de Catástrofes Naturais - Consequência da Aproximação do Planeta X (Nibiru) e alterações climatéricas provocadas pela humanidade.
  • Fim do Materialismo e da Economia Consumista - Consequência das várias crises económicas mundiais, crise mundial de alimentos
  • Caos Social - Guerras Civis e Crises Sociais um pouco por todo o mundo (aliás, já começou no médio-oriente)
  • Revelação de existência de Vida Extraterreste - Se estudarmos melhor a nossa história, descobriremos em textos antigos, vários contatos e relações entre Humanos e Extraterrestres que eram confundidos como Deuses
  • Libertação - Queda dos chefes corruptos e falsos profetas. Fim do actual império religioso
  • Descoberta de que a Morte não existe, e que os Humanos são também espíritos Imortais - A Alma ou o Espírito nada é mais do que Energia, elemento chave na existência do Universo. Reencarnação consoante o grau de experiência adquirida no mundo físico
  • Renascimento - Implementação de uma nova ordem mundial, aumento do amor, respeito e liberdade. Possível fusão entre ciência e religião

Portanto, não se trata do fim do mundo, mas o fim de uma Era na nossa história, em que a partir desse momento, iremos olhar para a nossa vida com outro entendimento.

Será também um grande momento de humilhação de toda a humanidade, sim humilhação, porque levamos os recursos do nosso planeta à rutura, ao colapso social, à mentira global que reina atualmente, e em como fomos incapazes de lidar com isso ao longo da nossa história, pondo em perigo a própria sobrevivência da nossa espécie, e abdicando de valores básicos que fazem parte da nossa essência.

Roswell

Roswell, Novo México, a 2 de Julho de 1947, caiu um OVNI. Tornando-se num dos casos mais polémicos e famosos de toda a história da ufologia. A 8 de julho o jornal Roswell Daily Record publicou em primeira página a notícia de que, o 509º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA, havia tomado posse dos destroços de um disco voador: “RAAF (Roswell Army Air Field, Aeródromo Militar de Roswell) captura disco voador em rancho na região de Roswell, era o título da manchete”.

A notícia causou rebuliço na cidade, mas já no dia seguinte o jornal desmentia a história. A notícia sobre os discos voadores perde o interesse. O Governo dos EUA diz que foi apenas um Balão Meteorológico. Mas porquê tanto secretismo e polémico em volta de um Balão Meteorológico? Por que motivo fizeram um cordão de isolamento da área, levando destroços em vagões de comboio, sobrevoados por aviões? Porquê tanto sigilo?


Um fazendeiro, William "Mac" Brazel, encontrou os destroços, dando posteriormente ao Roswell Daily Record contando como foi o achado, publicada no dia 9 de julho. Ele disse que no dia 14 de junho, enquanto andava a cavalo com o seu filho Vernon de 8 anos, deparou-se a cerca de 12 quilômetros do rancho em que vivia com uma série de destroços. Acostumado a encontrar restos de balões meteorológicos, não lhes deu importância de início, só vindo a recolher o material no feriado do 4 de Julho, juntamente com a sua mulher e a sua filha Bessie de 14 anos. Nesse mesmo dia ele contou a sua história aos vizinhos Floyd e Loretta Proctor, que o informaram que alguns jornais ofereciam até 3.000 dólares por uma prova dos chamados “discos voadores”, assunto que estava causando furor na imprensa devido às declarações do piloto Kenneth Arnold feitas um mês antes.

Os destroços do OVNI e cadáveres dos Seres Extraterrestres, foram guardados temporariamente no Hangar 84, na base White Sands. Mais tarde, transferiram-nos para o Hangar 18 da base de Wright Paterson. Diz-se que foram ainda transferidos para a Base Aérea de Muroc (Califórnia) em 1954. Certo é que após a queda do OVNI, começam a surgir novas tecnologias, chips, transístores, e na Área 51 desenvolver-se-iam aviões de tecnologia stealth, entre mais. Alegadamente tudo com recurso à engenharia reversa.


Descrebilização
Infelizmente, como forma de descredibilizar o caso Roswell, foi posto a circular, vídeos da autópsia ao extraterrestre, falsos. Primeiramente o vídeo surgiu na televisão, semanas depois a revista "Science et vie" relata que o vídeo era falso, posteriormente toda a imprensa o faz. O mesmo ocorre com a foto de um corpo (amarelado) de um ser extraterrestre, essa imagem é do filme "Roswell", um filme sensacionalista que retrata o caso, provavelmente para descredibilizar o tema também, porque as pessoas irão dizer "Roswell foi um filme, e não um incidente real".

Relatos
Arnold relatou que, ao sobrevoar o Oregon, avistou o que seriam aeronaves voando em formação, e descreveu o seu movimento como o de pedras ou discos deslizando na superfície de um lago. A imprensa logo cunhou o termo “disco voador”, excitando as imaginações, o que estimulou quase mil relatos de avistamentos de UFO’s nas semanas seguintes (hoje acredita-se que o que Arnold viu foram na verdade pássaros migrando).

Em 7 de julho de 1947, Brazel dirigiu-se até ao posto policial do Xerife George Wilcox, no Condado de Chavez, informando-o de que teria talvez encontrado os restos de um disco voador. O Xerife telefonou para a base aérea de Roswell, que enviou o Major Jesse Marcel, do 509º Grupo de Bombardeiros, juntamente com o Capitão Sheridan Cavitt, para analisarem os destroços.

Major Marcel recolheu o material e o transportou para a base de Fort Worth. Enquanto isso a história se espalhou, dando origem à manchete do Roswell Daily Record do dia 8. No dia seguinte o Exército tratou de desmentir a versão do disco voador, afirmando que os destroços encontrados eram de um balão meteorológico.

Outra notícia do "Sacramento Bee" de 8 de Julho de 1947 , em que os militares do 509º grupo de bombardeiros envolvidos na recolha dos destroços do OVNI divulgaram um press release afirmando que recolheram os destroços

Existem vários testemunhos, entre eles: o relato do Major Jesse Marcel, o tenente Walter Haunt, o Coronel T.J. Du Bose e os vizinhos de Marc Brazel, como a Sra. Loretta Proctor, além do seu filho Bill Brazel. Há ainda os testemunhos da locutora de rádio Judd Roberts e das filhas do xerife, e os artigos do Jornal Chicago West do dia 8 de junho de 1947.


História do Balão militar era falsa,

O Tenente Walter Haut, encarregado das relações públicas da Base Aérea de Roswell na época do incidente e autor do press release original que anunciava oficialmente a captura de um disco voador acidentado, faleceu mas deixou um testemunho assinado e certificado, com instruções para ser revelado apenas 1 ano após sua morte.

No testemunho, o Tenente Walter Haut nega as declarações da sua vida inteira, e afirma que a história do Balão Meteorológico era falsa, inventada para encobrir a captura de um objeto não identificado. Segundo ele, o objeto foi armazenado inicialmente num hangar da base, e peças dele foram entregues a militares de alta patente, nenhum dos quais soube identificá-los.
Ele também afirma ter visto 2 corpos de alienígenas, com aproximadamente 1,2m de altura e cabeças desproporcionais, bem como o objeto em si, que ele descreve como sendo oval e metálico.
( Fonte : News.com.au )


Transístor, Tecnologia alienígena:

Jack Shulman da American Computer Company (Acc) afirma que o ”Transístor” é uma tecnologia alienígena, com recurso à engenharia reversa. O Coronel Philip J. Corso também o afirma, entre mais. No seu livro “The day after Roswell”, o Coronel Philip J. Corso afirma que os destroços do OVNI teriam sido enviados para laboratórios de renome, como os da AT&T, Bell Labs, General Electric e Motorola. Philip J. Corso é um militar de renome, 21 anos de carreira, reformado em 1963, 19 condecorações militares, membro do Conselho de Segurança Nacional, oficial da Inteligência de MacArthur na Coreia e tendo ocupado vários outros cargos de destaque. Jack Shulman, presidente da American computer company, afirma que o ”Transístor” desenvolvido pela empresa AT & T está relacionado com o OVNI que caiu em Roswell, Novo-México.

Um ex. General do Pentágono, amigo seu, mostrou-lhe uns documentos, em 1995, para que John, perito em hardware e software, analisasse tais documentos e desse uma opinião. O qual entregou posteriormente a John, 48 caixas de material dos laboratórios Western Electric (encerrado na data de 1948). Ele teve acesso a um bloco de apontamentos do Lab Shopkeeper’s Notebook, a Western Electric geria o arsenal nuclear dos EUA.
Jack Shulman verificou que a tecnologia mencionada era avançada demais, os documentos tinham 50 anos, os dispositivos descritos no documento seriam hoje, mais potentes que o último processador Intel Pentium. Haviam também descrições de aparelhos de comunicações, técnicas para introduzir capas finíssimas de certos materiais entre outras de tamanhos microscópicos, métodos especiais para produção de peças móveis para uma unidade antigravitacional para propulsão de uma nave… Tecnologia eletrónica dinâmica e de controle de energia que ainda nem foi desenvolvida na Terra. Etc.

Alguns dias depois, as oficinas de Shulan receberam a visita de uns “ladrões” que levaram todo o material que ele estava a estudar. Depois recebeu a visita de funcionários da oficina de investigações especiais as forças aéreas, e foi interrogado. Contudo, Jack Shulman prosseguiu investigações, apesar de ameaças de morte que recebia. Ele afirma ainda que as sondas da Nasa, Deep Space, contêm um canhão laser, referiu-se ás sondas Deep Space 3 ou Deep Space 4.
Coronel Philip J. Corso